A impressão 3d é uma verdadeira aliada à medicina. A bioimpressão está sendo constantemente pesquisada e testada por muitos médicos e pesquisadores da área da saúde buscando cada vez mais aprimorar resultados já obtidos e inovando com novos estudos.
Além dos resultados obtidos com impressões de traqueias, vasos sanguíneos e próteses, reconstituição de rosto, de seios, outras tentativas já tiveram grandes resultados é o caso do implante em orelhas humanas beneficiando pessoas que sofrem de microtia, deformidade congênita que impede o desenvolvimento e crescimento do órgão, bem como pessoas que tiveram deformidade por acidentes. Este procedimento é realizado de melhor forma em crianças, pois o material é retirado da cartilagem das costelas. Já no caso de adultos a bioimpressão ainda está sendo estudado, pois o material utilizado em crianças não é esteticamente satisfatório, por ser um material menos flexível. Mas outros estudos com novos materiais estão sendo estudados, uma vez que a reprodução de células cartilaginosas humanas são mais difícil de cultivar.
Outro projeto que vai além é o da orelha biónica impressa também em 3d, neste caso o órgão é capaz de ouvir radiofrequências imperceptíveis. É feita de células e nanopartículas impressas em um hidrogel, onde fios na base da orelha são ligados à cóclea artificial, que pode ser conectada a eletrodos para ouvir sons. O intuito é abrir portas para a fabricação de órgãos cibernéticos.
Já o caso de Kaiba Gionfriddo, um bebê de hoje 20 meses teve uma aplicação de uma peça em seus pulmões, a mesma expandia seus brônquios a fim de desobstruir o fluxo de ar retido pela insuficiência respiratória da criança.
"Foi incrível. Assim que a tala foi colocada, os pulmões começaram a subir e descer pela primeira vez, e nós então soubemos que tudo estava indo bem," disse Glenn Green, pediatra responsável pelo projeto.
A fabricação de órgãos para transplantes é uma questão de tempo, por enquanto devido à complexidade é possível imprimir carcaças de órgãos, como foi o caso do rim, segundo Anthony Atala, pesquisador do Instituto de Medicina Regenerativa da Universidade Wake Forest, nos Estados Unidos, espera-se que a precisão robótica destas máquinas imprima estruturas de órgãos para transplantes tão complexas quanto o próprio órgão.
Atualmente, Atala e sua equipe desenvolvem e testam mais de 30 tipos de tecidos e órgãos, entre eles pele, rins, pâncreas, fígado e válvulas cardíacas.
Por esta e outras que a impressão 3d deixa de ser DIY (do it yourself) para se tornar Do It For Yourself, onde a impressão 3d, além de fornecer oportunidades comerciais, de estudo e pesquisa, gera um mundo de possibilidades, dando qualidade de vida à humanidade sem precedentes.
(Texto transcrito do site: http://www.imprima3d.com/comunidade/impressao-3d-a-servico-da-medicina)
(Texto transcrito do site: http://www.imprima3d.com/comunidade/impressao-3d-a-servico-da-medicina)

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